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| Jornal
do Sindisol: Sabor & Conforto |
Taxa
de Serviço
Sindisol trabalha por um consenso com o Sechobar |
Prosseguem
as negociações entre o Sindisol e o Sechobar
para encontrar um consenso referente à admi-nistração
dos recursos obtidos a partir da cobrança da
taxa de serviço: os tradicionais 10% pagos aos
garçons que trabalham nos restaurantes da cidade.
A polêmica iniciou no mês de março,
quando o Sechobar ingressou com ações
junto à Vara do Trabalho para cumprimento da
Cláusula 10ª da Convenção
Coletiva de Trabalho, que prevê a distribuição
igualitária - entre todos os funcionários
dos estabelecimentos - dos valores arrecadados com esta
taxa, e a inclusão em folha de pagamento.
No dia 03 de abril, cerca de 30 empresários do
ramo gastronômico estiveram reunidos na sede do
Sindisol para discutir a questão, e uma comissão
foi formada para negociar com o sindicato dos trabalhadores.
"Sabemos que - caso este sistema venha a ser adotado
- o maior lesado será o profissional que atua
como garçom", comentaram alguns empresários
durante a reunião, dizendo que os 10% pagos pelos
clientes estimula os profissionais a prestarem um bom
serviço, além de reforçar o salário
ao final do mês.
Conforme propõe o Se-chobar em uma das ações
movidas, o objetivo é criar um mecanismo de rateio
entre os funcionários dos restaurantes, dividindo
entre eles (propor-cionalmente e em função
do cargo exercido na empresa) o montante ganho pelo
estabelecimento a título da taxa de serviço.
Desta forma, desde manobristas até cozinheiros,
passando por bar-man, caixa, segurança e outros
cargos existentes na empresa passariam a receber, em
folha, parte desta taxa.
A comissão formada para negociar com o Sechobar
é composta por dez pessoas, sendo oito delas
proprietários de restaurantes. A primeira reunião
com a Diretoria do Sechobar ocorreu no dia 06 de abril,
e prosseguem as negociações. “A
pedido da nossa presidente, Karina Peters, estamos em-penhando
todos os esforços para que seja possível
encontrar a melhor forma de viabilizar essa cláusula,
contemplando as necessidades de empregados e empregadores”,
finaliza o assessor Jurídico do Sindisol, Álvaro
Rocha Kenig. Os empresários que tiverem dúvidas,
ou que queiram mais informações a respeito
do andamento das ne-gociações, devem entrar
em contato com o Sindisol, através do |
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